Cassia acreditava que a Sociedade onde vivia era perfeita, até que uma "falha" em seu Microcartão e algumas palavras de seu avô a fizeram começar a questionar o que é "certo ou errado". O que a Sociedade dizia ser perfeito se torna em um tormento quando ela percebe que na verdade tudo é imposto e não há escolha alguma.
No dia do banquete que iria escolher seu par para a vida toda, tudo parece perfeito,seu par é seu melhor amigo, quem a conhece melhor que ninguém e que ela conhece melhor que todos, porém quando um rosto conhecido, porém errado, aparece para ela, Cassia se apaixona por uma "Aberração", e tenta manter isso em segredo mas o governo sabe de tudo, ou acham que sabe.
A narrativa em primeira pessoa (que eu amo) é bem lenta no inicio, com todos os suspiros e preocupações repetidos, porém vale a pena passar por essa parte e chegar até a metade, onde o ritmo de leitura acelera e você não quer parar até terminar, o final só não é decepcionante porque há uma continuação.
Ps: Como disse acima é a terceira Distopia que leio este ano, a primeira foi Hunger Games, a segunda Estilhaça-me e essa, uma coisa que percebi em comum entre as Distopias e o que vivemos hoje é que o governo sempre nos mostra sua melhor imagem para apagar os problemas reais. O que as três autoras nos mostram é um futuro (talvez nem tão distante) com avanços tecnológicos e medicinais, mas com a mesma manipulação que enfrentamos hoje.
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