Vou falar primeiro sobre o livro e depois a minha opinião sobre a trilogia inteira.
Em Conquista Cassia foi para Central exercer sua função de classificadora, ainda para a sociedade mas esperando as ordens da insurreição.
Ky agora é um dos pilotos da insurreição (junto com Indie, que é melhor do que ele), mas ele não tem toda a fé de Cassia ou Xander no Piloto.
Xander está fazendo seu trabalho de curandeiro para a Sociedade e ao mesmo tempo ele dá comprimidos diferentes pela insurreição.
O livro é dividido em capítulos de Ky, Cassia e Xander. Dessa parte eu gostei, porque embora o livro seja narrado em primeira pessoa, você tem diferente pontos de vista.
Sobre a trilogia. (Pode conter spoiler)
Eu me decepcionei muito ao terminar Conquista.
No primeiro livro a sociedade é tão perfeita que você começa a querer ela realmente, mas tem as classificações que nos tiram essa ideia.
No segundo (meu preferido) Cassia vai atrás de Ky e temos os primeiros indício reais de rebelião.
No terceiro a autora devia estar exausta já, porque a Insurreição tem o poder tão facilmente que você nem percebe direito quando há mudança. A cronologia também é péssima, de um capítulo para o outro (de um personagem para outro) pode ter passado um dia, uma semana ou meses.
E o final ainda, que poderia ser a salvação, desanima mais.
A leitura não é das piores, porém não sei se indico esta trilogia, que tinha tudo para ser boa, mas esqueceu elementos importantes de mais.
Em A Elite não temos muita mudança do primeiro livro, apenas 29 garotas a menos. 28 depois da descoberta de um traição. E rebeldes,que gostam de ler, é claro.
As mesmas duvidas e inseguranças assombram America e Maxon. Ela continua mentindo para Maxon e pedindo tempo, tempo, tempo zzzz. E ele continua dando o tempo a ela, até perceber que a competição está chegando ao fim (parabéns Maxon você acordou).
Bem America inicialmente parece ter feito sua escolha (finalmente \o/), mas não se empolgue tanto (D:)ela logo fica confusa novamente, após Maxon agir como deve (pela primeira vez) America acha que ele é o idiota, insensível que ela julgava antes de conhecê-lo (por favor, alguém bate nessa garota).
Aqui descobrimos também que ela pode ser bem vingativa e levar o príncipe a sofrer consequências por seus atos.
Mais uma coisa: VIDA LONGA AO REI, ou não, ele não merece nosso respeito, tenha isso em mente.
Ps: as capas mais bonitas, após Fallen, são as dessa trilogia. Uaul.
America é uma jovem de Illéa, um país divido em castas. Ela é uma cinco, apenas três posições acima dos mais miseráveis.
Com a chegada da carta da seleção, uma espécie de concurso para conquistar o príncipe, America envia a carta sem esperanças de ser escolhida nem mesmo entre as 35 meninas. Porém o improvável acontece e America se vê deixando o homem que ama, logo após o término do namoro, e indo para o castelo do príncipe Maxon, que ela abomina.
Ao se deparar com o verdadeiro Maxon, America fica dividida entre um possível sentimento por ele ou por Aspen que aparece no castelo como guarda.
Não sei ainda se gostei ou não do livro. Achei a história interessante mas America, que é a narradora, é muito fácil de ser manipulada, muito indecisa e muito repetitiva. Mas dei boas risadas (confesso).
Outro fato sem sentido é o príncipe pensar sempre no que sente por America mais do que no dever de se casar com alguém que trará benefício para o povo e para o reino. Ele é muito manipulável também, mas menos que America.
O posto de personagem preferido deve ficar com Marlee, ela é descontraída e demonstra-se uma boa amiga.